Publicidade: A Origem

Atualizado: Out 6

"Quem não se comunica se estrubica", já diria nosso saudoso Chacrinha! Por essa frase já podemos identificar que este era um homem de visão. E não há uma área com maior intuito de comunicação que a publicidade e propaganda. Suas origens remontam ao egito antigo, em que os produtos precisavam chamar atenção para ser vistos e comercializados! Ficou surpreso? Sim, isso mesmo, as primeiras propagandas eram feitas nos papiros; os primeiros papéis conhecidos. Eles os anúncios sempre estiveram entre nós, soprando nos ouvidos aquela sua necessidade de uma casa melhor, um carro melhor ou a boa e velha oportunidade de emprego. Os objetivos são diversos, desde o aumento das vendas, como no caso dos egípcios, ou pelo simples ímpeto do consumo. Acredita-se que a publicidade tenha ganhado força com o companheiro de caminhada: os primeiros jornais. Que sempre precisaram dos anúncios para pagar sua sobrevivência. Os primeiros a anunciar foram os impressos ingleses ainda em 1650. E nesta corrida dos gringos, os americanos chegaram depois se utilizando das primeiras publicidades em 1704. Descendo um pouco no mapa, não pense você que o Brasil corria muito atrás não, os anúncios chegaram por aqui em 1800, levando ao conhecimento dos cidadãos da época oportunidades imobiliárias e até mesmo foi dada a largada a primeira propaganda de cunho político com Tiradentes; que já panfletava suas ideias libertárias da independência. Com o surgimento do rádio e TV a publicidade acentuou ainda mais sua importância, deixando claro que sua permanência entre nós estava fixando raízes. Foi quando os jingles fizeram ilustrar e pintar de criatividade as propagandas. Na TV, o que quer que fosse anunciado ganhava formas e cores para fazer brilhar os olhos da audiência. Aqui no Brasil, um dos primeiros entusiastas da propaganda televisiva foi Assis Chateaubriand, criador da rede Tupi. Ele também criou mais tarde o primeiro departamento de propaganda. Chegado enfim o ano de 1949, este trouxe consigo os primeiros órgãos de controle e apoio à publicidade, quais sejam: a Associação Brasileira de Propaganda (ABA), e também a Associação Brasileira de Agências de Propaganda (ABAP). O certo mesmo é que até quando as propagandas interrompem o seu programa favorito, é sempre aos anúncios que os consumidores recorrem para se seduzir com novos produtos, novas tecnologias e é por eles que a evolução chega em formato, cores e ofertas. Pense aí consigo mesmo, como você saberia das atualizações dos moderníssimos celulares ou dos aplicativos que se multiplicam nos aparelhos sem a velha companheira publicidade?






Vamos Começar?


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